O erro dos criacionistas
constatar o óbvio: o cérebro humano erra porque pensa, o computador não erra porque não pensa. O cérebro humano aprende mal,tem interferências, falhas e interpretações, o computador, desenhado para cumprir esta função, aprende bem. Logo, o computador é de facto um ‘intelligent design’, enquanto o cérebro humano é um aglomerado de funções químicas sujeites a falharem em mil maneiras.
Quando se fala de ‘design’ estamos a falar duma organização das diferentes partes das quais algo é composto, como uma casa, um livro, uma máquina. Quando acrescentamos ‘intelligent’ referimo-nos à funcionalidade. Agora peguem num ser humano qualquer e comparem a uma barata. Só tem um sistema nervoso rudimentar, mas é muito mais competente a sobreviver do que o ser humano.
Se os criacionistas não se considerassem melhores que os animais devido ao facto de terem um cérebro poderiam admitir que, no que concerne o ‘intelligent design’, o exemplo da barata seria muito mais convincente. Mas devido ao facto dos criacionistas terem um cérebro sujeite à assimilação e interpretação defeituosa de uma data de informaçao, não chegam lá.
Pessoalmente, considero a barata um excelente exemplo de evolução e adaptação, muito mais perto da perfeição do que os seres humanos com o seu grande cérebro gerador dos maiores disparates, como por ex. os criacionistas.