Será que se drogam?
Uma católica praticante mostrou-se muito espantada em como poderia haver pessoas que acreditam em superstições. Obviamente que aproveitei logo a oportunidade de lhe dizer que ela seria a última pessoa que eu esperava que se espantasse com pessoas que acreditam em algo absurdo e sem provas nenhumas: se a fé só por sí é um argumento válido para acreditar num deus, não vejo razão nenhuma para que essa mesma fé não seja um argumento válido para acreditar que um gato preto dá azar.
E daí… comecei a pensar que talvez até fosse mais racional acreditar em algo que pelo menos existe: ao contrário de deus, há provas concretas que os gatos existem mesmo e, ainda por cima, alguns são pretos. Eu até tenho um lá em casa. E se dão azar… bem, é relativo. A mim pessoalmente não me tem dado lá muito azar, mas já não falo dos pobres dos meus sofás onde ele adora afiar as unhas. Esses estão fartos de ter azar com um gato preto. (Mas também com o meu outro gato que é preto e branco).
Complicado, né? Seja como for, as pessoas superstciosas ainda têm um pouco de realidade para se agarrarem (se bem que interpretem as causas e consequências da mesma duma maneira muito sui géneris), mas as pessoas religiosas inventam mesmo tudo. Será que se drogam?
E daí… comecei a pensar que talvez até fosse mais racional acreditar em algo que pelo menos existe: ao contrário de deus, há provas concretas que os gatos existem mesmo e, ainda por cima, alguns são pretos. Eu até tenho um lá em casa. E se dão azar… bem, é relativo. A mim pessoalmente não me tem dado lá muito azar, mas já não falo dos pobres dos meus sofás onde ele adora afiar as unhas. Esses estão fartos de ter azar com um gato preto. (Mas também com o meu outro gato que é preto e branco).
Complicado, né? Seja como for, as pessoas superstciosas ainda têm um pouco de realidade para se agarrarem (se bem que interpretem as causas e consequências da mesma duma maneira muito sui géneris), mas as pessoas religiosas inventam mesmo tudo. Será que se drogam?