National Geographic
Talvez já seja altura de escrever qualquer coisa, por isso, cá vai qualquer coisa: tenho um problema. Vivo na selva urbana e calhou-me a família dos hipopótamos como vizinhos de cima. Como são volumosos e vivem em manada, revelam uma certa dificuldade em se deslocarem num T2 sem dar encontões aos móveis, atirar objectos ao chão, fazer vibrar, o meu tecto com as suas deslocações, etc. Sendo animais noctívaros, a sua actividade não cessa durante a noite.
Respeitar os outros é coisa que estes animais não conhecem, o que é normal visto que são muitos e grandes. Como não são racionais obviamente não se consegue falar com eles. Eles articulam alguns sons, se bem que a custo e fora do contexto,limitando-se a ameaças e alguns palavrões.
Mas não se trata de uma espécie em extinção. São hipopótamos pretos que há aos montes, por isso penso que será possível adquirir uma licença de caça e resolver a questão com uma caçadeira.Talvez seja a melhor maneira de resolver o assunto, pois sempre que alguém tenta falar com eles acerca da sua conduta no prédio é acusado de racismo.
Talvez ainda lhes tente explicar que, como sempre, não compreenderam nada. Não se trata aqui de racismo, trata-se de “espéciesismo”. Mas como a comunicação interespécies não é a minha especialidade…
Respeitar os outros é coisa que estes animais não conhecem, o que é normal visto que são muitos e grandes. Como não são racionais obviamente não se consegue falar com eles. Eles articulam alguns sons, se bem que a custo e fora do contexto,limitando-se a ameaças e alguns palavrões.
Mas não se trata de uma espécie em extinção. São hipopótamos pretos que há aos montes, por isso penso que será possível adquirir uma licença de caça e resolver a questão com uma caçadeira.Talvez seja a melhor maneira de resolver o assunto, pois sempre que alguém tenta falar com eles acerca da sua conduta no prédio é acusado de racismo.
Talvez ainda lhes tente explicar que, como sempre, não compreenderam nada. Não se trata aqui de racismo, trata-se de “espéciesismo”. Mas como a comunicação interespécies não é a minha especialidade…